Vendas de não-medicamentos nas grandes redes de farmácias crescem 12,93% no primeiro trimestre

Vendas de não-medicamentos nas grandes redes de farmácias crescem 12,93% no primeiro trimestre
O ritmo foi menor, mas as grandes redes de drogarias brasileiras continuam com crescimento de dois dígitos. De acordo com dados da Abrafarma, as redes associadas à entidade faturaram cerca de R$ 9,3 bilhões no primeiro trimestre deste ano, O valor é 13,3% superior ao mesmo período do ano anterior.

Os dados, compilados pela Fundação Instituto de Administração da USP, apontaram ainda que só em março a receita bruta cresceu 12,21%, em relação ao mesmo período de 2015. No acumulado dos últimos 12 meses, o movimento foi de R$ 37,04 bilhões, um aumento de 12,28% na comparação com o período anterior.

O resultado foi impulsionado pelos itens da categoria “não medicamentos”, que inclui produtos de higiene pessoal e perfumaria. A categoria movimentou R$ 3,21 bilhões entre janeiro e março - um acréscimo de 12,9% em relação ao mesmo trimestre de 2015. “Os não medicamentos já representam 34,43% do total comercializado. Isso mostra que, cada vez mais, os clientes querem mais conveniência buscando um mix de produtos em um único lugar”, avalia o presidente executivo da Abrafarma, Sérgio Mena Barreto. Ele acrescenta também que o bom desempenho é resultado da boa gestão de estoque, abrangência geográfica e fatores naturais, como envelhecimento da população.

O total de lojas das redes associadas à Abrafarma cresceu 6,8%, totalizando 6.009. A representatividade dessas redes em relação ao volume de vendas cresceu de 42% para 56% entre 2007 e 2015. Enquanto isto, as farmácias independentes encolheram de 55% para 30%. Os indicadores são do IMS Distribution Services.

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